Sobre o Autor Desconhecido

Pessoal, tenho recebido muitas mensagens perguntando sobre o Autor Desconhecido, reclamando a falta de posts novos. Eu ainda não consegui acertar a bendita senha do blog, e descobri que não faço a mínima idéia de qual foi o e-mail que usei para criar aquela conta do blogger, pois não foi o da Josephine, como eu imaginava. Existe ainda a possibilidade de alguém ter invadido aquela conta, trocado a senha e o e-mail para que eu não conseguisse mais entrar. Provavelmente o tal ladrão também sofra de Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade e Impulsividade. Roubou no impulso e depois, por falta de atenção, esqueceu completamente o feito e não voltou mais lá. Pode ser

Não imagino por que raios alguém faria isso, mas acredito que há doido para tudo neste mundo. Sendo assim, decidi copiar manualmente um a um dos posts para o site autordesconhecido.com.br, que estou construindo. Em breve voltarei à ativa na caça dos verdadeiros pais de textos órfãos que circulam na internet.

Gostaria também de pedir encarecidamente a quem tiver reportagens de jornal ou revista que falem sobre o blog autordesconhecido.blogger.com.br que me enviem por e-mail, para que eu possa fazer uma página no site sobre o que já saiu na imprensa. Pode parecer incrível, mas os jornalistas fazem reportagens citando o blog e raramente me avisam. Citam meu nome, sobrenome, colocam o endereço do Autor Desconhecido, mas nem se dão ao trabalho de me mandar um e-mail ou um comentário avisando. Geralmente eu fico sabendo beeeem depois. Eu tinha uma reportagem da Zero Hora aqui em casa, datada acho que de 2006, que citava o Autor Desconhecido, mas nem essa encontro. Só tenho as que podem ser encontradas online e as entrevistas que dei. Portanto, se alguém quiser me fazer essa gentileza, agradeço de coração.

Espero conseguir colocar o site do Autor Desconhecido no ar antes do final deste mês. Mas aviso aqui, sem falta.

Será contagioso?

Ok, eu acho lindas as peças em porcelana tradicional da Lladró (falando especificamente de noivinhos topo de bolo), mas devo confessar que essa é muito bizarra:

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Parece que o casal pegou uma estranha doença de pele ou foi atacado por flores alienígenas assassinas, como em um filme trash.

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Estava procurando umas idéias de peças em porcelana tradicional para tentar reproduzir em porcelana fria, mas definitivamente essa eu não faço…eu, hein, vai que essas florezinhas se revoltem e eu acorde sufocada por dúzias delas de madrugada… Ou então – outra hipótese – as flores brotaram de dentro para fora!!!!! Pior ainda!!!

Era para ser romântico, mas acho que não acertaram desta vez…


UPDATE:

Davison me lembrou de uma cena do filme “The Fountain”, com Hugh Jackman, que eu já havia bloqueado de minha memória. Mas isso explica o  meu horror ao ver os casaizinhos de noivos florescidos acima. Veja o vídeo e entenda:

Aprendi a colocar link nas fotos

A foto do gatinho do post anterior leva quem clicar sobre ela ao post no blog da Cora. Pelo menos isso eu aprendi a fazer. Já ia reclamar que não sei colocar links quando tive o insight de selecionar um texto para ver se o botãozinho de inserir hiperlink enfim funcionaria. E funcionou! Vou consertar os outros posts.

Agora, sim, posso dominar o mundo. Não antes de fazer o que eu ia fazer, postar a foto da escultura feminina que fiz após o curso da Flávia, com link para o meu site. É só clicar na foto:

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Eu não consegui ainda adicionar um contador a este blog e não tive nenhum comentário, então não sei se alguém apareceu aqui ou não. Amanhã talvez mande e-mail avisando aos amigos e leitores que se acostumaram ao meu desaparecimento, que voltei ao mundo virtual, em novo endereço.

Emergência Felina, direto do blog da Cora

Este LINDO e charmoso gatinho amarelo foi abandonado perto do Jóquei, no Rio de Janeiro, e está para adoção, com urgência.

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Se alguém se interessar por essa fofura (e não der acesso à rua, para que ele não corra o risco de voltar ao abandono ou ao risco de morte), entre em contato com a Ana Yates.

Ela diz o seguinte sobre o temperamento desse fofo:

“Ele é lindo, educado, meigo, carinhoso, calmo, cede sua porção de ração aos que tentam tomar posse dela e por aí vai. Quem escolhê-lo como companhia será um privilegiado.”

Para quem tem receio de adotar um gato adulto, eu garanto que essa é a melhor opção a fazer! Experiência própria, a adaptação de um adulto é bem mais tranquila, eles tendem a ser mais carinhosos e gratos e a maior vantagem é que têm a personalidade formada, então você não corre o risco de ter surpresas no futuro, como acontece com os filhotes. Pode adequar o temperamento do gato ao seu, escolhendo aquele que tem mais a ver com o seu jeito de ser e com a sua realidade (por exemplo: um gato sociável, caso você tenha outros gatos em casa).

Estou torcendo por esse lindo!

PS: Garanto também que gatinho amarelo é TUDO de bom. Esse fofo tem a mesma expressão do meu Tiggy, o que deve significar que ele seja igualmente inteligente, carinhoso e divertido.

Porque eu ando muito bem humorada

E sem medo de ser ridícula…hahahahaha… nos poucos intervalos de trabalho, preciso de algo que me relaxe a cabeça. Estava eu, linda e descabelada trabalhando em um rosto ao som de “A Flauta Mágica” de Mozart, pensando que as sopranos precisariam fazer sessões de fonoaudiologia para melhorar a dicção, porque não consigo entender UMA mísera palavra do que dizem. Porque eu entendo algumas palavras em alemão e italiano e entendo bem inglês, mas não importa o idioma, NUNCA entendo o que elas cantam. Se eu não tivesse lido a letra das músicas, jamais saberia do que se trata.

Então, por diversão, na ducentésima quinta vez que a pobre soprano esgoelava a Flauta Mágica, comecei a tentar entender, em português, o que ela cantava em alemão (ela reclamava várias vezes que estava sem saia). Quando não tiver nada para fazer, escreverei as legendas para que outras pessoas sem nada para fazer também se divirtam.  Ao comentar minha diversãozinha tosca com o Davison, ele me falou de uns vídeos “legendados” assim de umas músicas indianas (vê-se que meu marido tem menos o que fazer do que eu) e me mandou os links.

Sei que eu tinha uma reputação a zelar e sei também que eu não sou muito boa zeladora de reputações, porque adicionei aos meus vídeos favoritos do orkut as versões que mais me divertiram.

Ainda não consegui me entender com o trocinho de postar links, então meus dois leitores terão de fazer o processo jurássico de copiar o link e colar no navegador, caso também não tenham nada melhor para fazer:

Consegui colocar o link para o youtube (só não sei ainda como inserir o vídeo no post, mas descobrirei)

Rivaldo, sai desse lago

Segundo apurei, esse é um clássico. No entanto, em minha opinião, não é dos melhores. Mas por ser um ícone, me senti na obrigação de relacioná-lo aos favoritos:

Tônico com guaraná

Fiquei chocada com esse segundo vídeo. Os caras REALMENTE dizem “o surdo japonês vem buscar a bendita yara”!!! Não é possível! Entre outras coisas impublicáveis.

Soca a orelha

Esse foi muito bem produzido! E eu também não acredito que ele diga outra coisa.

Depois desses vídeos, virei fã do tal Prahbu Deva. Quando não tiver nada para fazer, vou buscar mais vídeos originais do cara para “traduzir”. Graças a Deus que eu raramente não tenho nada para fazer. Muito provavelmente essa será mais uma daquelas coisas que eu até gostaria de fazer, mas que ficam no rodapé das listas de prioridades, sempre, e eu me contento em querer um dia fazer, mesmo sabendo que jamais farei. Nesses casos vale mesmo a intenção. Mas a Flauta Mágica não me escapa!!!  E quem sabe, outras músicas clássicas. Sopranos, tremei!

PS: Caso prefiram, posso tentar postar os vídeos aqui. Mas preciso saber se preferem o vídeo aqui ou colar o link no navegador (é uma decisão muito difícil, pensem bem).

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Outro blog?

Não, o blog definitivo.  Ainda tentando me adaptar ao WordPress e pensando em um jeito de mudar esse template esquisito por um mais aconchegante. Esse é esquisito e faz com que eu me sinta meio apertada, limitada, como se o texto não conseguisse respirar muito bem. O início deste blog e o encerramento definitivo do Another Monster, do Maquinando e do Escrita Rupestre marcam a nova fase de minha vida, com o lançamento do site (ainda com um layout meio esquisitinho, mas também consertarei isso com o tempo) e o foco nas esculturas personalizadas em Porcelana Fria.

Eis aí uma prova de que eu não conto toda a minha vida no blog…risos… desde pequena gosto de modelar, na adolescência fazia rostos humanos em plastilina (massinha) e, posteriormente, em argila. Já testei de tudo: massa epóxi, polymer clay, plastilina, argila, papier machè…há pouco mais de um ano descobri a Porcelana Fria, mais conhecida no Brasil como Biscuit. Essa massa tem como base o poliacetato de vinila, muito usado como adesivo e que dá ao produto um acabamento mais resistente do que a cerâmica plástica (polymer clay), embora não suporte umidade.

No começo apanhei bastante do biscuit, porque é uma massa esquisita que incha, encolhe, deforma e dá vontade de atirar pela janela. Acho que insisti por birra, me…risos…não, brincadeira, não foi birra. Na verdade eu estava bem perdida em relação ao que eu queria fazer, por gostar de várias coisas diferentes e não poder fazer tudo ao mesmo tempo. Então, assistindo a uma reunião de final de ano na igreja, uma moça deu um testemunho sobre a segunda empresa que ela abriu. Não me lembro nem o ramo de atuação, mas uma frase me marcou, ela disse: “Eu não peço a Deus dinheiro, peço um empreendimento, para que eu possa trabalhar e permitir que Ele me abençoe ali”.

Na hora a ficha caiu tão forte que fez até barulho! Naquele mesmo dia eu fiz uma oração pedindo a Deus um empreendimento, uma direção sobre o que eu deveria fazer profissionalmente. Eu queria algo que me desse prazer em trabalhar, algo de que eu realmente gostasse, me desse bom retorno e fizesse outras pessoas felizes. Alguns dias depois, navegando pela internet, me deparei com o site da Flávia Pina. Naquele momento eu soube que era o que Deus queria que eu fizesse. Nunca havia pensado que era possível fazer figuras humanas tão…humanas em biscuit.

Quando eu modelava com massinha, várias pessoas me deram a idéia de modelar em biscuit, pois, segundo elas, era “uma massinha que endurecia”. No entanto, ninguém sabia direito como era, e me disseram que ia ao forno. Sabendo o quanto eu era desastrada na época, achei melhor deixar esse negócio de forno para lá. Também me disseram que tinha de pintar, e eu gostava muito de misturar as cores, formando outras. Mas só o fato de a peça realmente secar já me deixava animada.

Lembro de ter comprado uma massa de biscuit, um pacotinho colorido da Licyn. Dei um baita azar, ou melhor, vários, pois a Licyn é um pouco mais seca e esfarela, e eu comprei acreditando que encontraria a textura da plastilina. Obviamente detestei o biscuit! Pois a textura é totalmente diferente e eu não sabia dominar a massa.

Demorou uns quatro anos ou quase isso para que eu descobrisse o fotolog da Flávia e o site dela com as fotos. Passei um ano inteiro treinando e estudando as técnicas em Porcelana Fria, comprei DVD, apostila, li textos, participei de fóruns…não me lançaria no mercado enquanto não estivesse pronta, controlando a massa e fazendo algo pelo menos no meu mínimo aceitável, que já é bastante exigente.

Sou muito perfeccionista, e não tem como fazer algo “mais ou menos”. Ainda não estou no nível que gostaria, mas meu trabalho tem melhorado a cada peça. Realizei meu sonho de fazer um curso com a Flávia (quando descobri a escultura em biscuit ela não dava cursos. Felizmente logo ela abriu a primeira turma, mas não pude ir. Não deixei a segunda turma escapar!), que foi o melhor investimento da minha vida. Além de uma artista inigualável, Flávia é uma excelente pessoa e uma professora extraordinária. Finalmente consegui aprender o que faltava para ter em meu trabalho o acabamento que buscava.

Estou trabalhando muito, muito mesmo. Em breve tirarei fotos das novas peças para colocar no site. Por enquanto, a galeria conta apenas com um casal de noivinhos topo de bolo personalizados, ainda da minha fase beta, mas que servem como demonstração. Resolvi colocar o site no ar mesmo assim, pois ele já estava praticamente pronto.

Antes que alguém se preocupe e questione, como a Flávia me questionou, não vou deixar de escrever, não, pelo contrário! Encontrar algo que eu gosto tanto de fazer e que me desliga do mundo, como a escultura em porcelana fria, tira uma pressão enorme da minha produção literária e é bem capaz de eu conseguir escrever mais e muito melhor agora do que antes.

Ainda mais agora, tendo meu domínio próprio. Aliás, isso é tão importante que é bíblico, não é? Um dos frutos do Espírito. :-)

Na falta de um, temos vários domínios. http://lampert.com.br é o site principal, mas se você digitar http://vanessalampert.com.br abrirá o mesmo conteúdo, assim como http://esculturaspersonalizadas.com.br e http://lampertartstudio.com.br

Ah, outra boa notícia: também compramos o domínio http://autordesconhecido.com.br   que alguém já tinha comprado (???) em 2007 e, felizmente, parou de pagar, então ficou novamente disponível (o .com e o .net não estão disponíveis!!) Então, em breve, retomo o Autor Desconhecido em domínio próprio.

Depois disso será que já posso dominar o mundo?

PS: Ainda não consigo inserir links nessa coisa, mas logo, logo conseguirei. Prometo!

UPDATE – Já sei inserir links. Estou evoluindo!