Novidades

Finalmente, concluí a transferência do domínio autordesconhecido.com.br, e estou agora transferindo os posts do blog Autor Desconhecido para o site, mas o site já está no ar:

http://www.autordesconhecido.com.br

Em breve, colocarei mais dois novos sites no ar, um deles sobre escultura personalizada, em parceria com algumas amigas (uma delas nem sabe ainda…hahahaha…Flávia, depois te explico, mas você está incluída nesse projeto, viu?), e outro ainda é surpresa. 😀 Tenho de manter algum suspense, não é mesmo?

Mas é isso! Atualizem seus bookmarks (seja lá o que isso signifique):

Clique aqui para conhecer a nova casa do Autor Desconhecido.

Espero que ninguém me encha mais a paciência a respeito desse cara. Depois que transferir todo o conteúdo do blog do blogspot para o .com.br, voltarei a atualizá-lo. I promise.

Jogando fora o lixo

Já escrevi outras vezes da dificuldade que tenho de me livrar das quinquilharias que a gente ajunta em casa depois de alguns anos. Sempre acho que tudo é registro histórico. Ingressos antigos de cinema….bah, lá do Cine Leblon, lembra? De 2005, quando eu morava lá…putz, era caro pra caramba! Mas a gente ficava com preguiça de ir em outro cinema e acabava pagando, mesmo.

E os papéis? Tantos textos das minhas faculdades anteriores….coisas do jornalismo da Uniderp, da publicidade da Uniderp, de Letras da Ulbra, do jornalismo da UFMS, da Formação de Escitores da Unisinos, e mais vários papéis da Engenharia do Davison, coisas da Refap, coisas dos meus cursos livres, e ainda os trocinhos que gosto de guardar: bulas de remédio que não tomo mais, maquiagens antigas, já vencidas, mas com embalagens que não são mais fabricadas….como é que vou jogar fora algo que não se faz mais? E se eu precisar de alguma daquelas coisas? E todas aquelas caixas de papelão? Já aconteceu de eu precisar de algo justamente depois de ter jogado fora. Aí já era, tem de comprar de novo. Então você descobre que tudo pode virar objeto de arte, ou tudo pode ser usado na construção de uma peça. Vixe, pode esquecer, colega, sua casa vai virar uma filial do lixão, porque você vai achar que tem de guardar garrafa vazia, caixa vazia (você acabará enchendo todas as caixas vazias com os potes vazios que tiver guardado), pedaços de arame, pedaços de isopor…coisas que você nunca irá usar, provavelmente, mas só o fato de elas estarem ali, graciosamente entulhando o quarto extra (e, em breve, todos os outros cômodos da casa), já te dá uma segurança enorme, de que nunca te faltará lixo quando você precisar de um. Não é lindo isso?

Então decidi que nunca mais teria bagunça na minha vida. Implacável, saí à batalha, munida de sacos de lixo super reforçados, e de uma máscara contra os ácaros assassinos. A ordem era jogar fora sem dó, nem piedade. Foram para o lixo revistas, apostilas, papéis, notas de compras, pedaços de coisas que já haviam sido previamente desmontadas, potes, tampas, arames, papelão, caixas, panos, roupas velhas e puídas, coisas-guardadas-para-um-indefinido-depois, enfim, foi praticamente tudo para o lixo, exceto os desenhos, os cadernos, os livros e os pedaços de isopor (que ninguém é de ferro :-D) E as coisas inteiras, é claro, que isso não é lixo.

Dor, muita dor. Sim, eu senti dor, principalmente quando a bagunça gritava, ao ser atirada dentro do saco plástico: “NÃO, NÃO FAÇA ISSO!!!! EU SOU IMPORTANTE!!! EU SOU MUITO IMPORTANTE, VOCÊ AINDA NÃO SABE PARA QUÊ, MAS SABERÁ! EU PODEREI SER MUITO IMPORTANTE PARA VOCÊ ALGUM DIA!!! E SE VOCÊ PRECISAR DE MIM ALGUM DIA???? E SE ALGUM DIA PRECISAR DE MIIIIIIIIIIIIIINHEEEEEE?????”

Fingi que não estava ouvindo, nem vendo sua expressão de pavor e desespero. Eu tinha uma missão a cumprir, e precisaria me livrar de cada milímetro de bagunça, custasse o que custasse. Terminei minha tarefa exausta, mas certa de que havia feito a melhor escolha.  É preciso destruir os inimigos, lançá-los fora, para que não voltem a crescer em nosso meio. E se ordem é progresso, lutar contra a bagunça, contra o caos e a desordem é necessidade vital, como arrancar a erva daninha do meio da plantação. Quanto aos registros históricos…bem, é melhor, sei lá, tirar uma foto e guardar em um DVD sob o título “Arquivo de registros históricos”…ao menos enquanto eu não tiver uma casa de tamanho suficiente para abrigar um museu próprio. Se bem que aí você resolve ter filhos, e depois você morre e a primeira coisa que seus pimpolhos fazem é recolher as “tranqueiras que a mamãe deixou”, jogar 70% fora e distribuir os outros 30% entre os parentes e amigos. E dê graças a Deus de não poder ver isso, pois você não terá mais cabelos para arrancar (não me consta a existência de “cabelos espirituais” no além). E se você não tiver filhos, dá na mesma, sempre vai ter uma criatura para desprezar o museu que você tão carinhosamente cultivou….criaturas insensíveis que não conseguem enxergar o valor de uma tampinha de garrafa daquele Sendas Limão que você gostava tanto de tomar quando morava no Rio de Janeiro.

Estou consciente de que a primeira batalha foi vencida, mas sei que meus inimigos continuam à espreita, e que em breve terei de acabar com o remanescente: potes de creme bastante avançados em idade, mas que continuam semi-cheios e que, por isso, conseguiram visto de permanência. Não tenho coragem de jogar fora coisas que não foram terminadas. Mas se já estão há tanto tempo entulhando os armários da casa, por que raios ainda acredito que um dia terminarão de ser usadas?

Isso porque eu tenho apenas pouco mais de cinco anos de casada….imagino o que aconteceria se continuasse nesse ritmo, ao completar as bodas de prata?  … Melhor nem imaginar. Não haveria armário suficiente no mundo para comportar tanta tralha.

Vou me matar e a culpa vai ser sua

Estava pensando sobre todas as vezes em que tentamos punir a outra pessoa (marido, mãe, pai, filho, amigo, qualquer pessoa) punindo a nós mesmos. Comecei a me lembrar das vezes em que fiz isso e das vezes em que vi gente fazendo isso e, sinceramente, dá vontade de rir.

Você fica brava por ter sido contrariada, fica com raiva daquela pessoa, por ela ter feito algo que despertasse em você uma sensação ruim, um sentimento negativo, e para se vingar, mantém um comportamento que negativo com ela, para ela aprender! Mas aquele comportamento negativo só te faz ficar com mais raiva, mais contrariada, e alimenta ainda mais a sensação ruim que você não queria ter. Que coisa mais estúpida, não?

Não nos damos conta, no calor da discussão, no calor da situação, no calor das emoções, de que somos nós os únicos responsáveis pelas reações que teremos às atitudes das pessoas. Sim, você quer que a outra pessoa mude a sua atitude, mas não é mantendo a mesma reação negativa que você fará com que ela mude…se fosse assim, teria resolvido outras vezes, não é, mesmo?

Nessas horas, aprendi a ser bem egoísta. Sorry, amiguinho, mas não vou ficar com raiva de você, me recuso a ficar magoada, respiro fundo, racionalizo aquela situação, tento enxergar por outro lado (e se o troço não for tão horrível quanto parece? E se a motivação por trás daquela atitude não foi tão ruim?), até esvaziar a força do problema, vejo o quão ridículo seria dar chilique, e ignoro a atitude ruim da pessoa. Pronto, resolvido. Não alimento mais a coisa, não passo mal com aquele sentimento ruim, não desenvolvo nenhum troço negativo por perto e daqui a pouco nem me lembro mais. Não é mais fácil? Entrego para Deus, Ele tem acesso ao coração da pessoa, não eu. Mas não entrego com raiva, não, porque eu posso estar enxergando errado aquela atitude, e pode ser que tenha em mim atitude bem pior que eu não saiba. Não aponto dedo, não, eu, hein! Mas e aí? E a pessoa vai continuar achando que está certa? Não dá raiva? Não dá vontade de bater na criatura? Tem de haver um jeito de ela enxergar o que fez COMIGO!

Taí o erro. Ela não fez nada contigo, coleguinha. Você fez contigo algo baseando-se na sua interpretação de algo que ela fez. Upa! Eu sempre digo que complico tudo, para deixar mais fácil…hahahahaha…

Mas fala a verdade, não é esquisito? “eu vou ficar triste, brava, infeliz, sofrendo, doente, magoada só para você se sentir culpado e sofrer pelo que fez comigo”. Uai, quem te garante que ele vai sofrer? Você infeliz, triste, sofrendo, doente, magoada e ele todo tranquilo, alegre, saltitante.

Lembrei da história de uma menina que conheci, que namorou um maluco e quando percebeu que ele era maluco, resolveu terminar o namoro. No dia do aniversário dela, o indivíduo deu um tiro na própria cabeça e enviou uma carta (não necessariamente nessa ordem, é óbvio) de despedida, dizendo a ela que o suicídio era um presente de aniversário, pois assim ela teria para sempre a lembrança de que foi ela a culpada pela destruição da vida dele. Não é uma coisa imbecil? Não merece o prêmio Darwin? Por que raios as pessoas acham que perdendo algo de muito importante para ela, estará, automaticamente, atingindo mortalmente a outra pessoa? É muito egocentrismo, não é, não?

A gente perde um bocado de tempo na vida com bobagem, bobagem mesmo. Alimentando monstrinhos da mágoa, da auto-comiseração, se achando vítima de tudo e de todos, perde tempo precioso cultivando coisas negativas e depois reclama que não colhe nada de positivo.

Não tem tempo para isso não, meu amigo, a vida passa depressa, e você é que escolhe o que é realmente importante para você. Se você acha legal se lamentar em torno do próprio umbigo, vá em frente, mas não espere ir muito longe, pois esse caminho é circular. Eu não perco mais tempo alimentando sentimentos ruins, desprezando pessoas, desprezando as coisas boas que aprendi, ou querendo me sacrificar para provar que eu, sim, estava sofrendo…sinceramente, isso me soa tão imbecil, mas tão imbecil que me recuso a agir desta forma novamente.

Acho que me dei conta de que o mundo não gira em torno do meu umbigo de bolinha e que a humanidade não dará a mínima se eu me fizer de vítima. E desde que me dei conta disso, eu te digo, o mundo ficou beeem melhor!!!

Então encontro aquela mãe, inconformada com as escolhas do seu filho, que se descabela, sofre, soooooofre, e faz questão de que todos saibam de seu atroz sofrimento. Não deixa nem mesmo seu filho aprender a lidar com as escolhas que fez e não dá a ele a opção de ser feliz mesmo tendo feito uma escolha diferente do que ela queria para ele. Ela faz questão de, com aquele olhar torturado, fazer com que seu filho perceba, de forma clara, o quanto ela sofre. Ela quer provar que estava certa, então não abre mão de sofrer. O sofrimento comprova que ela estava certa. O sofrimento dela confirma o sofrimento dele. Ela quer que ele sofra, para que ela continue a ter motivos para sofrer. E se ele não sofrer? E se ele até ficar chateado, mas perceber que a escolha pelo sofrimento foi dela, fazer o quê? Então eventualmente ela ficará doente, de tanto sofrer. E daí? O que ela conseguirá mudar com essa atitude? Absolutamente nada.

Mas se ela aceitar que a escolha dele foi aquela, que a vida é dele, que ele é livre, adulto, etc. Se ela começar a torcer para que ele seja feliz e, quem sabe, se ela até ajudar para que o ambiente fique mais leve e a vida dele fique melhor, com certeza o resultado será diferente. Ao menos diferente de qualquer resultado que ela vinha tendo até então.

Uma questão de escolha

Tenho três posts sobre este mesmo assunto na fila dos rascunhos, um deles inclusive eu até já havia postado, mas acabei tirando do ar até porque achei que estava um tanto quanto mal estruturado e merecia uma bela de uma reforma, para que ficasse bem claro o que eu queria dizer. No entanto, resolvi colocar este post antes dos outros, na esperança de fazer pensar aos realmente bem-intencionados. E de deixar bem claro meu posicionamento, para que não haja sequer espaço para questionamento algum.

Soube que pessoas foram demitidas porque os patrões descobriram que elas eram da Igreja Universal. Como assim??? Em que planeta estamos, mesmo? Soube, também, de pais que foram desprezados e maltratados por seus próprios filhos simplesmente por não aceitarem sair da igreja. Vi e ouvi tanta coisa nas últimas semanas, que os mais afeitos ao raciocínio lógico, como eu, não conseguiriam sequer acreditar.

Estou esperando o momento em que seremos obrigados a colocar, na fachada de nossos comércios, ou mesmo costurar em nossa roupa, o emblema da Universal; assim, todos serão capazes de nos identificar no meio da multidão e evitar contato pessoal ou comercial, caso desejem. Não estou exagerando, meus queridos, tenho a mais absoluta certeza de que se a Rede Globo fosse o governo federal, já estaríamos, inclusive, em guetos.

E não venha com o argumento no qual te fizeram acreditar, que as denúncias e as acusações são apenas sobre os bispos e os pastores, e que os membros da igreja são vítimas, coitadinhos, manipulados, ignorantes, semi-analfabetos, fanáticos, que sofreram lavagem cerebral. Não passa pela cabeça de ninguém sequer a hipótese de que essas acusações sejam manipuladas, direcionadas, torcidas, textos retirados de seus contextos e orquestrados de modo a te fazer pensar o que eles querem que você pense. Esta é a verdadeira lavagem cerebral: tiram imagens e situações de seus contextos e montam as reportagens e argumentos para direcionar a sua interpretação ao que eles querem que você acredite ser a verdade. Desse modo, você verá sempre situações e imagens semelhantes àquela com a mesma interpretação que viu as originalmente mostradas. Assim eles garantem a manutenção dos preconceitos (e pré-conceitos, no sentido estrito do termo) que incutiram em você, mesmo quando você estiver longe da fonte das informações originais.

É por ter noção de todo esse processo que eu realmente não aceito entrar em discussões a respeito disso. A pessoa chega ao cúmulo de repetir, palavra por palavra, os mesmos argumentos preconceituosos que você já ouviu quinhentas vezes. Sim, acredite, eu já ouvi as mesmas frases, ipsis literis, tantas e tantas vezes e de pessoas que não se conheciam. Peraí, sempre que eu tenho uma situação na minha frente, meu primeiro impulso é não acreditar. Yes, eu sou desconfiada de carteirinha. Qualquer nova informação que me for apresentada sempre é recebida com descrédito. Mas o descrédito desprovido de preconceito é neutro, e formulo argumentos contra e a favor de determinada informação, analiso, analiso as provas (e não as suposições), se houver, e só depois de pensar muito bem e de usar o raciocínio lógico (que faço questão de exercitar diariamente), é que tiro minhas conclusões e tomo posição. E com essa posição, vêm argumentos meus, próprios, porque eu tenho verdadeira ojeriza a conversa de papagaio, a menos que venha de um papagaio de verdade.  As pessoas estão cegas, não enxergam o tamanho do preconceito.

E sim, eu poderia colocar aqui o argumento (no qual acredito, é óbvio), de que quem coloca o preconceito é uma força espiritual do mal. Acredito, sim, mas quem alimenta o preconceito e faz com que ele cresça é o ser humano. Em sua ignorância, acaba alimentando um mal que empobrece a sua própria alma. Mas é escolha da pessoa. E se está em suas mãos fazer essa escolha, aproveite a oportunidade. Não precisa acreditar no que diz a Igreja Universal, nem concordar com o que dizem que ela faz (eu mesma não concordo com o que dizem que a Igreja Universal faz, acho um absurdo sem tamanho. Felizmente eu sei que o que dizem que a IURD faz é bem diferente do que ela realmente faz), mas custa não julgar, nem condenar, nem executar o juízo, sem realmente saber? Custa guardar a sua opinião, principalmente quando ela não foi solicitada? Custa deixar que o Deus cujo nome está sendo usado diariamente para respaldar o que é dito dentro da IURD defenda seu próprio nome, caso eles sejam culpados, ou faça crescer ainda mais sua obra, caso eles sejam inocentes? Custa entregar isso para Ele e continuar fazendo o seu dever de cristão (se você for cristão, ou, se não for, de uma pessoa interessada em crescer espiritualmente), que é respeitar e amar a todos? Que é tratar a todos com respeito, sabendo que Deus não faz acepção de pessoas?

E se você não acredita em Deus, não se sinta desobrigado a respeitar, pois isso é dever de todo ser humano civilizado. Custa ser menos emocional, menos inflamado, e escolher não ser instrumento de uma situação negativa? Isso tudo eu digo para os bem-intencionados, é para eles que eu escrevo esse texto, para que se resguardem nesse conflito. Melhor é não se posicionar, não repetir julgamentos pelo que você “acha”, pelo que dizem, pelo que parece, do que abraçar uma causa que nem é sua e correr o risco de estar sendo infinitamente mais injusto do que aquelas pessoas às quais você acusa seriam, caso você estivesse certo. Não tente convencer a quem está na Igreja Universal a sair de lá “porque os pastores são ladrões”, nem tente fazer com que ela se sinta mal por estar indo, sendo grosseiro com ela, pois não irá funcionar, e você pode estar sendo muito mais marionete nas mãos de quem plantou essa forma de pensar em sua mente do que acha que ela é nas mãos dos pastores.

Não pense também que eu sou exceção, que eu sou uma iludida, que não sabe exatamente como são as coisas, e que sou a única ou uma das únicas pessoas com cérebro ali dentro. Existem, sim, pessoas ignorantes, gente que não sabe o que está fazendo, que não entende o que se explica, que age de maneira impulsiva, faz e pensa bobagem em QUALQUER igreja, em qualquer religião e sem religião, também. Isso não é exclusividade de nenhum grupo, e a IURD não está livre dessas pessoas (até porque está aberta o dia inteiro, todos os dias, para todos os tipos de pessoas). Existem pessoas que estão na IURD, e existem pessoas que SÃO a IURD. A IURD não é uma instituição liderada por pastores, a IURD são as pessoas que se reúnem com aquela mesma forma de entender a Palavra de Deus, a mesma maneira de compreender a Bíblia. Entre essas pessoas existem vários níveis de responsabilidade (e isso é assunto para um dos outros dois posts que estou preparando…risos…), mas o mesmo nível de comprometimento.

Estou há dez anos na Igreja Universal e já tive experiências suficientes dentro dela e fora dela para fazer minha escolha com segurança absoluta. Por isso hoje mais do que estar na Igreja Universal, eu sou a Igreja Universal, porque a maneira de entender a Palavra de Deus que aprendi ali foi a única que realmente deu resultado em minha vida.  Só não deu resultado quando eu não vivi o que ouvia ali. E ainda que a instituição Igreja Universal do Reino de Deus não existisse, eu continuaria, com milhares de outras pessoas, a ser a Igreja Universal, que é parte da Igreja do Senhor Jesus nesta terra. É a intimidade que aprendi a desenvolver com Deus ali que me mantém de pé, que me sustenta, que me faz viver e ser quem eu sou, e ter a certeza que me impulsiona. Ali eu conheci a Deus de verdade, até então eu conhecia só de ouvir falar, e mesmo assim, muito superficialmente, apesar de ter passado quase vinte anos da minha vida dentro de uma igreja, decorando versículos.

Então, se alguém que eu prezo se dirigir a mim de forma desrespeitosa ou preconceituosa, sinto muito, mas continuo a ser a Igreja Universal. E eu seria muito burra se estivesse há dez anos lá sem nenhum resultado. Mas não espero que todos entendam isso, apenas que respeitem. Gostaria que respeitassem, mas se não respeitarem,  fazer o quê? No entanto, não é justo que você não possa fazer a sua escolha, por isso este post. Para mim, sinceramente, não mudará nada a escolha que você fará, mas para você com certeza ela fará diferença. Respeitar ou atacar é escolha. Agir de maneira emocional, agressiva e preconceituosa ou ser sensato e preferir não dar opinião é escolha.

Não me espanta, nem me escandaliza essa perseguição, agressividade e preconceito, até porque Jesus já havia avisado que seríamos perseguidos, acusados, etc. etc. Dê uma lida:  “Sereis odiados de todos por causa do meu nome” (Mateus 10:22), “O discípulo não está acima de seu mestre, nem o servo, acima do seu senhor. Basta ao discípulo ser como o seu mestre, e ao servo, como o seu senhor. Se chamaram Belzebu ao dono da casa, quanto mais aos seus domésticos?” (Mateus 10:24, 25)  Aqui Jesus se refere à ocasião em que os religiosos da época o acusaram de expulsar os demônios por Belzebu. E se os indivíduos da Universal (incluindo aqui os pastores e bispos) são realmente sinceros naquilo que acreditam, se eles realmente servem a Deus, te garanto que nenhum deles está incomodado de ser chamado de ladrão, de mentiroso, de enganador, de burro, de “idiota-que-dá-dinheiro-para-aqueles-ladrões”, pois sabem que até Jesus foi chamado de diabo!

E, por fim, “Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada. Pois vim causar divisão entre o homem e seu pai; entre a filha e sua mãe e entre a nora e sua sogra. Assim, os inimigos do homem serão os da sua própria casa” (Mateus 10:34-36) Ele já nos avisou, pois sabia que as idéias que trazia iriam se chocar contra o que as pessoas entendiam, então não seria de se admirar que aqueles que não quisessem entender agissem com agressividade contra aqueles que estavam entendendo. E sabia que era necessário haver esse choque para que as pessoas sensatas pudessem distinguir o que era verdade do que não era. Não tem como haver uma revolução sem um movimento, sem uma ação. E o que Ele fez foi uma revolução nos costumes engessados daquelas pessoas.

A existência do preconceito e da agressividade não me espanta, mesmo, mas cabe a você escolher se quer estar na posição dessas pessoas que agem com preconceito, que agridem, que não demonstram o menor respeito pelos seres humanos que pensam e vivem de modo diferente delas mesmas e continuam repetindo, feito papagaios, aquilo que acham, baseando-se em argumentos sem estrutura alguma, em preconceito e má vontade. A escolha é toda sua.

Divulgar hoax como se fosse notícia é jornalismo?

Mais uma vez a Globo cria factóides para alimentar o ódio de seus telespectadores contra a IURD e seu fundador. Isso só mostra bem o tipo de jornalismo que essa emissora sabe fazer: mentiras e distorções da verdade (mostrar fachada da casa de Campos do Jordão* e o interior de um suntuoso palácio  como se fossem o mesmo lugar. Obviamente não foi sem querer, já que tiveram o cuidado de usar a fachada verdadeira) com o intuito de manipular a opinião pública.

Ano passado recebemos um e-mail encaminhado com aquelas fotos. Após pesquisar no Google, para descobrir de quem, de fato, era a mansão, descobri que o Bispo não foi o único sorteado a ser o pretenso proprietário de tal palácio. Ele terá de dividir a propriedade de tão bregamente decorado local com pelo menos seis indivíduos, incluindo uma atriz indiana e o presidente do Zimbabwe.

* Sobre a casa de Campos do Jordãoveja este vídeo (clique aqui para ver).

Respondi, então com o seguinte texto:


A Mansão de Edir Macedo

Vanessa Lampert

A mansão, na verdade, é uma casa que está disponível para servir como locação de filmes publicitários e de entretenimento, localizada em Bel Air, em Los Angeles, sendo divulgada, inclusive, no website da  Toni Maier-On Location.

Hoax-Slayer é um clássico da web, desmascara hoaxes desde 2003 e diz claramente que existem diversas versões deste mesmo e-mail, com essas mesmas fotos, uma versão dizendo que ela pertence ao presidente Pervaiz Musharraf, do Paquistão, outra que diz que a mansão é do nigeriano Ibrahim Babangida, outra diz que é do ex-secretário de saúde do Arzebaijão e até mesmo da atriz de Bollywood, Shahrukh Khan.  A versão apresentada no link, de que a mansão pertence a Robert Mugabe, presidente do Zimbabwe tem trechos idênticos à versão que circula como sendo do Bispo Macedo, ou seja, a pessoa fez a tradução e propositalmente trocou o nome pelo do Bispo, consciente de que estava construindo uma denúncia falsa. Deve haver mais uma tonelada de versões, já que como o Hoax-Slayer não cita essa do Bispo Macedo, também deve desconhecer diversas outras. Ou seja, mais uma vez, vale a pena pensar e pesquisar antes de sair abraçando e engolindo qualquer “notícia bombástica” que recebamos por e-mail ou vejamos na Rede Globo.

“In fact, the very same set of photographs has also circulated in protest messages decrying the opulent lifestyles of other political leaders and celebrities. One version claims that the home belongs to President Pervaiz Musharraf of Pakistan. Another claims that the mansion is the home of former Nigerian ruler Ibrahim Babangida. Yet another version suggests that the photographs show the home of former Secretary of Health Care of Azerbaijan, Russia. And, finally, many references, including a YouTube video, claim that the home belongs to Bollywood superstar, Shahrukh Khan.”

(…)

“The mansion in the photographs is actually a home located in the wealthy community of Bell Air, Los Angeles. The mansion is available as a location for film, television and commercial shoots and is featured as such on the website of location manager, Toni Maier. Thus, there is no truth in the story that the mansion in the photographs belongs to Mugabe. “

Fotos no site de Toni Maier, o agente que negocia a locação dessas mansões:

http://www.onlocation.com/displayimage.php?searchtype=blueid&blueid=1662

PS: A Rede Globo mais uma vez subestima a inteligência do povo Brasileiro e vai além: nos chama de criaturas completamente desprovidas de massa encefálica, ao tentar enfiar goela abaixo um hoax super conhecido, como se fosse um grande “furo jornalístico”, em uma risível tentativa de desviar a atenção do que realmente queremos saber: O que a Rede Globo tem a dizer a respeito das denúncias sérias que foram feitas no Repórter Record de domingo? Qual é a defesa cabível?

* A casa de Campos do Jordão não é do Bispo, é da Igreja Universal e serve como local de reuniões e lazer para os Bispos da igreja, veja este vídeo (clique aqui para ver).
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Sim, cortei de novo

curto

Curto, mas não tããão curto quanto da última vez. :-) Sabe aquela coisa de mulher que quando tem uma mudança importante por dentro, tem que mudar por fora? Pois é. Então. Estou equilibrando um poodle castanho em cima da cabeça. Tá bonitinho, pareço um cotonete descabelado. Se bem que também estou mais “gordinha”. Cheguei aos 58 quilos (êêêêê…mas espero que pare por aí, pois foi sem fazer força), sete a mais do que em meu mais esquálido período de 2008 (para quem quiser calcular meu IMC, a altura é 1,72 Mas não esqueça meus dois centímetros de estimação…um e setenta E DOIS faz com que me sinta menos baixinha :-) ). Então, sabe aquelas árvores de desenhinho de criança? Pois é, eu estou mais ou menos assim. Exceto a copa verde, of course.

Diferentemente do que foi em novembro de 2005, desta vez não foi nada planejado. Cortei o cabelo do Davison, a tesoura olhou para mim, eu olhei para a tesoura, e resolvi eliminar as pontinhas estragadas. Então fui cortando, me empolguei, cortei, cortei, cortei e, quando vi, tinha cortado. Primeiro pedi autorização por escrito do senhor meu marido…hahahaha…ele disse que não se importava com comprimento, desde que eu mantivesse os cachinhos. Coloquei isso no contrato :-) Cláusula irrevogável.

Depois coloco uma foto melhor, minha câmera está irritantemente chiliquenta ultimamente.

Sobre a apostila da Flávia Pina

Muita gente tem me perguntado se tenho a apostila da Flávia e diariamente recebo muitas visitas no blog vindas de pesquisas no Google procurando por “Apostilas Flávia Pina”, hoje tinha uma com a keyword “Você  gostou da apostila da Flávia Pina”…risos…

Outras keywords relacionadas a biscuit e esculturas, para vocês se divertirem comigo (chegaram aqui no blog procurando por):

apostila flavia pina

flavia pina

mumia de biscuit

flavia pina os olhos noivinhos

flavia pina massa

flavia pina curso

alguem tem a apostila da flavia pina?

alguem ja fez curso com a flavia pina

como fazer corpinho de noivinho em isopor

dvd escultura humana de biscuit

fotos de esculturas de massa epoxi

como eu faço para não enferrujar o biscuit

curso de biscuit em porto alegre 2009

corpo noivinhos flávia pina isopor

como planejar um atelie

videos escultura em biscuit

você gostou da apostila da flavia pina

dica para base biscuit não deformar

flavia pina – apostilas

apostila biscuit flavia pina

youtube porcelana fria figura humana

isopor escultura bloco

CURSOS FLAVIA PINA

fotos do curso da flavia pina

biscuit flavia pina

estruturas em isopor para noivinhos biscuit

band aid em biscuit

curso de esculturas com polymer clay

formanda em biscuit youtube

”corpo noivinha esculpido em izopor”

como fasso basse de biscuit

passo a passo enfermeira de biscut

polvo e bleia de biscuit

apostilas flavia pina

Apostila de Flávia Pina

alguem comprou a apostila de biscuit da flavia pina?

fazer casal de pombos biscuit

dicas para massa não esfarelar biscuit

modelando rostos humanos em cerâmica plástica

insetos esculpidos em isopor

massa de poliacetato de vinila

curso de como fazer figuras em plastilina

tem como consertar massa de biscuit q ficou dura

flavia pinna biscuit curso

dicas modelagem plastilina

COMO FAZER FIGURAS HUMANAS COM BISCUIT

Massa biscuit resistente

enfermeira em biscut com mala

Se alguém realmente quiser alguma dessas respostas, me deixe um comentário e eu responderei, à medida do possível – [EXCETO aquelas perguntas que já fora respondidas por esse texto. Por exemplo…muita gente não lê até o final, ou não presta atenção, não clica nos links do texto e me pergunta como faz para comprar a apostila. Eu não sou a Flávia Pina, só tive aulas com ela, não faço intermediação de venda de apostila e não vou escanear minha apostila e te mandar por email pois respeito o trabalho duro da Flávia, jamais faria isso, acho errado. Para adquirir a apostila 1, siga as instruções do seguinte link: http://noivinho.com.br/cursoflaviapinaapostila1.html , para adquirir a apostila 2, siga as instruções do seguinte link: http://noivinho.com.br/cursoflaviapinaapostila2.html , para adquirir a apostila 3, siga as instruções do seguinte link: http://noivinho.com.br/cursoflaviapinaapostila3.html. Nesses links tem o email de contato através do qual vocês conseguirão tirar dúvidas a respeito da agenda de cursos. ]Muita gente ainda está em dúvida sobre comprar ou não a apostila em que ela ensina os vestidos de noiva, por causa do preço.

Pessoal, ACORDA!! A mulher é simplesmente a MELHOR escultora de noivinhos personalizados em biscuit, e você acha que não vale o investimento? Então vou dizer: comprem ONTEM essa apostila. Recebi a minha e quase chorei quando vi…sério, não é exagero. Mandei um e-mail para ela agradecendo porque o material é realmente muito bom! Eu fiz o curso da Flávia em janeiro, e recomendo a todo mundo, porque ela não esconde nada e sabe ensinar muito bem. Sentei na primeira fileira, prestei atenção em tudo, fiz anotações (meu caderno do curso é praticamente uma apostila paralela…risos…) e depois, em casa, treinei, treinei, treinei, adaptando as técnicas ao que me é mais confortável (o que significa, a grosso modo, que eu compliquei quase tudo…risos…) e finalmente consegui o resultado que queria. Me esforcei 2008 inteiro (literalmente, pois comecei desde o dia primeiro de janeiro) para aprender a fazer um trabalho perfeito com aquela massa irritante (porque o Biscuit sabe ser fofo, mas também sabe ser chato, insuportável e rebelde), em vão. No entanto, em menos de um mês após o curso da Flávia, consegui o resultado que queria.

Sejamos francos: tem muito monstrinho no mercado. Tem gente vendendo noivinhos personalizados tão monstruosos que dá medo. Temos lutado para profissionalizar o mercado, e em breve lançaremos um site reunindo o pessoal que está empenhado nesse caminho. Tem muita gente boa vendendo por um preço abaixo do que realmente vale, para competir com os péssimos profissionais, que vendem um casalzinho a “cem real”. Essas pessoas acabam pegando muito mais encomendas do que conseguiriam cumprir (porque a gente costuma aceitar encomenda com MUITA antecedência, receber a metade adiantado e a outra metade meses depois) e ou perdem a saúde para conseguir cumprir os prazos e não morrer de fome, ou atrasam, falham com os clientes e ajudam a manchar a reputação de quem trabalha com isso.

Tem gente que não sabe fazer, mas coloca na cabeça que sabe e vende, feliz da vida, seus monstrinhos personalizados, ainda apontando o dedo para a Flávia Pina, dizendo que ela cobra mais do que deveria, porque não é assim tão difícil de fazer (como se houvesse apenas uma técnica ou como se o trabalho dessa pessoa pudesse se comparar ao da Flávia). E tem a Flávia Pina, que faz o melhor trabalho em nosso meio (eu já vi as esculturas pessoalmente, e são super delicadas e perfeitas) e não tem medo de cobrar o que ele vale. E para quem conhece o mercado de esculturas personalizadas no exterior, sabe que R$ 1.200 por uma peça exclusiva, reproduzindo o rosto do cliente, não é muita coisa. Lá fora, usando cerâmica plástica (Polymer Clay), que é um material relativamente mais tranquilo de se trabalhar do que o Biscuit (garanto que é mais rápido, para quem está familiarizado com o Clay, fazer um casal de 17 cm do que fazer o mesmo casal em porcelana fria), cobra-se tranquilamente o triplo disso.

O que aprendi é o seguinte: quem quiser um trabalho de qualidade, feito por um profissional de verdade, vai fazer um esforço, pois sabe valorizar não apenas a arte e o artista, mas o resultado satisfatório. Quem fica feliz com um casal de noivinhos deformado realmente ficará indignado com um preço desses, quando pode pagar R$200 por uma coisinha esquisita que o deixará contente, ainda que se estresse na hora da entrega.

Existem artistas que fazem peças maiores do que as da Flávia, então realmente esses têm condições de cobrar menos, já que é bem mais fácil detalhar rostos de 4 cm do que os de 1 cm e pouco (yes, a mulé é doida, detalha cabeças de 2 cm, rostos, obviamente, bem menores do que isso), em compensação, o resultado é bem menos delicado. Então tudo depende do que a cliente espera do resultado.

Resultado é a palavra chave, quer você seja cliente, quer seja escultor. Se você quer que seu trabalho tenha o resultado de uma Flávia Pina, não adianta ir atrás de um material que não apresente a técnica da Flávia Pina. E se ela é o melhor resultado que temos até o momento, vale MUITO a pena investir no aprendizado, já que ela tem se disposto a ensinar. Então, sim, comprem a apostila, guardem dinheiro para fazer o curso que provavelmente sairá no final do ano, em São Paulo (e eu irei novamente, já disse que ela ganhou uma stalker…risos…perseguirei Flávia Pina até os confins da Terra, porque ela é uma fofa, uma ótima professora e uma pessoa super honesta, sincera e que não tem medo de ensinar o que sabe), não tenham medo de gastar, pois o retorno é garantido, se você se esforçar para colocar em prática o que aprender.

Falta em muita gente a noção de que trabalho de escultura personalizada não é artesanato tradicional, com moldes e medidas exatas, é trabalho artístico, exige técnica, sim, mas exige também treinamento do olhar e flexibilidade, coisa que não costumamos exercitar muito em trabalhos em série. Se queremos oferecer o melhor resultado aos clientes, temos também de valorizar nosso aprendizado e nosso trabalho a ponto de não pensar duas vezes antes de aprimorá-lo com novas técnicas e atualização de conhecimento. Excelência traz excelência, confiança gera confiança. Se você confiar em seu trabalho e em seu talento a ponto de fazer um sacrifício que seja para chegar onde você espera chegar, não tem como não se tornar um profissional confiável e bem sucedido.

A primeira apostila está super bem detalhada, e não sei como tem sido para quem não fez o curso, mas para mim é um aprofundamento na técnica, revendo o que vi no curso e vendo ainda outras coisas, detalhes extras, que fazem a diferença.  Quem conseguir pegar bem a técnica da Flávia irá se sair muito bem, já que é possível fazer o grosso do trabalho em tempo decente e se concentrar melhor nos detalhes.

E uma dica: ao invés de gastar dinheiro de pouquinho em pouquinho em cursos e apostilas que não acrescentarão muita coisa ao que você já sabe, junte e faça um investimento em uma técnica completamente diferente do que você conhece, que realmente poderá fazer um “upgrade” no seu trabalho, se você se esforçar para isso. Mas seja humilde para aprender, tente fazer exatamente do jeito que ela ensina, antes de dizer “ah, mas isso eu já sei, isso eu faço de outro jeito, que é melhor”. Se seu jeito fosse melhor, seu trabalho não seria inferior ao dela, e você estaria em condições de cobrar mil Reais por um casal de esculturas sem que seus clientes tivessem um infarto. Resultado. Não se esqueça.  Busque sempre o melhor resultado, invista sempre no melhor material.

Isso vale também para os profissionais que fazem cursos, que fazem apostilas e DVDs: aprimorem seu trabalho, ou ficarão para trás. Busquem melhores resultados, procurem a excelência. Depois que você treinar a técnica que ela apresenta, se não se adaptar a uma ou outra coisa, aí sim, faça as modificações necessárias, para conseguir o resultado que você deseja, até encontrar sua própria nova técnica. Não tenha medo de mudar tudo o que você já sabe. Só assim a gente cresce.

Então é essa a resposta para quem chega aqui procurando saber se vale ou não a pena fazer o curso e comprar a apostila recém-lançada e as outras, que ela já prometeu lançar, pois são módulos. Sim, vale MUITO a pena. Muito mesmo. Na verdade, o que aprendi com a Flávia vale muito mais do que os R$ 900 do curso ou os R$120 da apostila de vestidos de noiva. Não teria mesmo como pagar tudo o que vale o conhecimento, a técnica, o crescimento que tive com esse material. Prometi para algumas pessoas que faria uma resenha da apostila, e essa ainda não é a resenha. Farei, sim, mas se você pode comprar agora, não espere a minha resenha, pois já sabe a resposta. Trabalhe, lute, não se acomode com o que você já sabe. Saiba que é possível chegar aonde você quer chegar, mas depende da sua disposição em sair da posição de conformismo, parar de reclamar e começar a agir, sabendo que outras pessoas já conseguiram.

E a você, que é cliente ou futuro cliente, ainda que os preços aumentem e grande parte dos monstrinhos desapareçam (o que não será de todo ruim, pense bem), você só tem a ganhar, pois terá um trabalho de qualidade, com durabilidade e que você não terá vergonha de expor na estante de sua casa, se assim desejar. Mas se quiser apenas um troço para colocar em cima do bolo, então existem várias opções, e espaço para todos.

A propósito, respondendo a outras keyords engraçadas: Sim, as esculturas da Flávia Pina são todas feitas em porcelana fria, popularmente conhecida como biscuit, aquela massa cuja base é poliacetato de vinila, o mesmo produto utilizado para fazer cola branca. Quem não conhece, compre um pacotinho pequeno de massa de biscuit em uma loja de artesanato e tente fazer um rosto com ele. Conseguiu? Agora deixe secar. Depois, volte para ver o que virou. Se assustou? Então você começará a entender o trabalho que temos para controlar a massa e fazer com que aquele potencial monstrinho se torne um rosto humano.

Outra coisa, não, ainda não dou cursos, nem faço apostila, nem dvd, nada do gênero. Eu sei fazer, minha técnica é fácil para mim, mas tenho consciência de que complico muita coisa, para facilitar para mim, pois é o jeito que consigo trabalhar. Vai por mim, se eu te ensinasse do jeito que faço, você desistiria na hora…risos… Por isso tenho me esforçado para encontrar caminhos mais simples, para que um dia tenha condições de ensinar. Mas por que raios você está esperando que EU aprenda a ensinar para fazer um curso, se a Flávia tem uma técnica bem mais fácil de aprender, com um resultado melhor e sabe ensiná-la muito bem?

Para quem ainda não conhece o trabalho da Flávia Pina, visitem o site:  http://noivinho.com.br E para obter informações sobre a apostila, na página:  http://noivinho.com.br/cursoflaviapinaapostila1.html